Time Brasil no International Six Days Enduro em Portugal

06/11/2019

Time Brasil no International Six Days Enduro em Portugal

06/11/2019

Os pilotos Bruno Crivilin, Gabriel Soares e Nicolás Rodriguez, da equipe Honda Racing de Enduro FIM, têm pela frente um grande desafio. Liderados pelo multicampeão e chefe de equipe Felipe Zanol, o trio representará o time Júnior do Brasil, para atletas até 23 anos, na 94ª edição do International Six Days Enduro, em Portugal. A competição será realizada de 11 a 16 de novembro, com base no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. Os brasileiros já embarcam na próxima segunda-feira (4/11) para iniciar a ambientação e os preparativos por lá.

Como o próprio nome do evento diz, são seis dias de disputas, e neste ano, em três diferentes trajetos. Os cinco continentes estarão representados por mais de 30 países e 650 pilotos, que percorrerão 1.500 quilômetros. O último dia é reservado para uma prova especial de motocross. É um verdadeiro teste de habilidade e resistência para pilotos e motocicletas.

Atual bicampeão brasileiro de Enduro FIM nas categorias Enduro GP e E1, Bruno Crivilin, 22 anos, conta que o treinamento para o Six Days tem sido bem intenso. “Não tivemos folga desde a última etapa do Brasileiro de Enduro FIM. Estamos treinando todos juntos, de duas a três vezes por semana. Somos o time Júnior e isso contribui para nossa interação”, conta o capixaba, que vai competir com a Honda CRF 250RX.

Mais experiente do grupo, Crivilin já fez a prova duas vezes. “Tento passar um pouco do que aprendi para eles. Como são seis dias, não adianta ir bem em um e ir mal nos outros. Tem que ser constante e terminar bem cada etapa. Estamos trabalhando muito o físico”, ressalta. Sobre os principais adversários, o piloto Honda diz que há várias seleções com muitas chances.  “A equipe francesa é a atual campeã, mas a italiana também é forte, assim como os americanos e australianos. Acredito que não tem uma favorita. Há nove seleções com um bom time e espero colocar o Brasil entre elas”, completa.

O carioca Nicolás Rodriguez esteve em 2018 na competição. Porém, neste ano, uma lesão na perna o tirou das provas nacionais por cinco meses. “Voltei há cerca de 30 dias a andar de moto. Por isso, minha prioridade é fazer o maior número de horas em cima dela. Fizemos um treinamento intenso de 15 dias. Treinamos motocross e trilha. Estar na disputa Júnior é muito legal, porque vamos competir com pilotos da nossa idade”, destaca o piloto, que também tem 22 anos. Ele utilizará a CRF 450RX.

Estreante na competição mais antiga e tradicional do calendário da FIM (Federação Internacional de Motociclismo), Gabriel Soares comenta que participar do Six Days é a realização de um sonho. “Tenho dois companheiros de equipe que já fizeram a prova e isso facilita, já que sabem especificamente o que a gente precisa treinar. Quando recebi a notícia, fiquei muito feliz. Estou agarrando com tudo essa oportunidade para representar bem o Brasil e a Honda”, evidencia o mineiro de 22 anos, que também vai acelerar a CRF 450RX.

Para Felipe Zanol, chefe da equipe Honda Racing de Enduro FIM, a participação do time no Six Days é muito importante, já que motos e pilotos serão testados ao extremo durante seis dias. “O objetivo principal é que a gente tenha um crescimento profissional dos nossos atletas, para que consigam um bom resultado e que possam evoluir técnica, física e psicologicamente para as corridas do Brasil em 2020”, finaliza.

Além da Seleção principal, Brasil será representado por time Junior e um Clube – serão 10 pilotos no total.

A seleção brasileira será formada pelos pilotos Gustavo Pellin (integrando a seleção pela terceira vez consecutiva), Maurício Fernandes, Vitor Borges e Jesus Rodriguez, o Sucito, que substituirá o experiente Nielsen Bueno, que se lesionou nos treinos e não poderá competir. O time é bastante experiente, com todos os pilotos já tendo algumas participações em provas internacionais.

Gustavo Pellin vai para a sua quarta participação na prova – além das participações na França e Chile, o gaúcho também disputou a prova da Argentina. Pellin também tem experiência em provas de Hard Enduro, como o Red Bull Minas Riders e no Red Bull Romaniacs, na Romênia. Em 2017 na França, Pellin ganhou a medalha de ouro e, no ano passado, no Chile, ficou com a medalha de prata. O piloto da equipe Power Husky, que representa a Husqvarna Motorcycles Brasil, participará da prova na categoria E2, com uma Husqvarna FE 450.

Maurício Fernandes é o mais experiente do grupo e além de participações no Six Days, também já disputou o Rally Dakar, o maior rally do mundo, além do Red Bull Romaniacs. O paulistano enfrenta os cerca de 1500 kms de prova com uma Husqvarna FE 250, na categoria E1. “Será a estreia da equipe Power Husky no Six Days. É uma prova desafiadora, dura e que exigirá muito dos pilotos e do equipamento. Estamos nos preparando para dar o nosso melhor. Infelizmente o Nielsen se machucou e não poderá estar, desta vez, com a gente”, explica Fernandes.

Caçula da equipe, o mineiro Vitor Borges Garcia, campeão brasileiro de enduro em 2014 e vice-campeão em 2019, encara a prova a bordo de uma MXF 250cc. Apesar de ser o mais novo da equipe, o piloto da cidade de Patrocínio já participou de duas etapas do Mundial de Enduro, na Espanha e em Portugal, em 2014.

O mais novo participante da seleção brasileira que representará o país no Six Days é o piloto Jesus Rodriguez Fernandez, o Sucito, substituindo o mineiro Nielsen Bueno, que se lesionou e não poderá mais participar. Sucito também tem experiência internacional, participando inclusive do Six Days Chile, no ano passado, além do Six Days da Argentina, em 2012.

Diretor de Enduro da Confederação Brasileira de Motociclismo, Maurício Brandão acompanha a delegação brasileira pela terceira vez. Esteve presente na França e no Chile e agora estará também chefiando a delegação em Portugal. “Nesta terceira participação consecutiva da Seleção Brasileira no Six Days, temos características bem peculiares. Na primeira, na França, foi a junção da Equipe Orange BH KTM com a KTM Sacramento. Deu certo e foi um bom retorno à competição, com o melhor resultado em todas as participações brasileiras. No Chile, teve uma maior distribuição entre as equipes, com maior diversidade de marcas e foi outro ponto positivo que acrescentou demais. Agora em 2019 é um ano bem peculiar, com características diferentes e toda uma conjectura econômica dificultando ainda mais a participação, mas conseguimos viabilizar mais uma vez a participação da seleção brasileira. A grande conquista desse ano é a viabilidade de um time Júnior, que também é muito importante. Teremos sete pilotos representando o Brasil, com a seleção principal e a seleção Junior, até 23 anos. Importante esse crescimento, isso é muito bom para o esporte. Não podemos esquecer também da participação dos três pilotos disputando como Clube, isso é muito legal. Então vamos em 10 atletas para Portugal, participar deste Six Days. Isso é o resultado do processo de evolução e crescimento do Enduro no Brasil. Sem dúvida nenhuma, se a modalidade não estivesse bem no país, a gente teria muita dificuldade em viabilizar pilotos de nível e capacidade técnica para nos representar. Temos que deixar bem claro aqui também que são os pilotos que estão pagando a conta dessas participações e representando o motociclismo brasileiro. Parabéns para esses pilotos pelo esforço, e por nos representar tão bem. E viva o Enduro! Quem vive o Enduro intensamente sabe do que estou falando”, explicou o Diretor da CBM.

Seleção Júnior – Pela primeira vez desde 2003, quando foi o país sede, o Brasil contará com uma Seleção Júnior. Os pilotos Bruno Crivilin, Gabriel Soares e Nicolás Rodriguez representarão o país na disputa entre os pilotos até 23 anos. Crivilin participa pela terceira vez consecutiva – esteve na França, onde conquistou a medalha de ouro, e no Chile, onde abandonou com uma lesão. Nicolás Rodriguez participa pela segunda vez, esteve no Chile no ano passado. Gabriel Soares é o estreante do time.

Clubes – No Six Days, além das seleções que representam os países, também existe uma disputa entre os clubes. O Brasil será representado por um Clube em Portugal, com os pilotos Manuel Francisco Simas, José Manuel Correia Simas e Willian Pinto de Almeida.

O Autódromo Internacional do Algarve, na cidade de Portimão, servirá de base do evento. As vistorias administrativas e técnicas começam já no dia 7 de novembro e o desfile dos países está marcado para o dia 9. O início da prova será dia 11 e nos cinco primeiros dias os pilotos largam e chegam no paddock, percorrendo aproximadamente 1500 quilômetros. No primeiro e segundo dias serão 290 kms por dia. No terceiro e quarto dias, mais 310 kms por dia. No quinto dia os pilotos enfrentam mais 280 dias de prova. E no sexto dia a disputa será no estilo Motocross.

 

Redação Show Radical; Texto por Vitor Silva.

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